As comissões de Justiça, Finanças e Administração Pública da Alepe aprovaram, nesta terça, projeto de lei para viabilizar o bilhete único no transporte público metropolitano. Trata-se da extensão de subsídios e antecipação de créditos para empresas permissionárias.
Pelo texto, de autoria do Poder Executivo, o sistema de pagamento para as empresas de ônibus que estava vigente até o fim do ano passado será estendido até o fim de 2026, o que pode ajudar a viabilizar a tarifa única de transporte proposta pela governadora Raquel Lyra.
A presidente da Comissão de Finanças, deputada Débora Almeida, do PSDB, explicou que a medida é uma forma de o Governo do Estado compensar a diminuição do valor recebido pelas empresas, já que agora o bilhete é único. “A governadora do Estado anunciou o bilhete único. Então, você tem o bilhete A e o B e hoje ele é único. Então existe um valor a menos que as empresas de transporte público iriam receber. O Estado está passando esse valor para que as empresas de ônibus possam implementar o bilhete único, que é de fundamental importância para o transporte das pessoas aqui na Região Metropolitana.”
A iniciativa também foi defendida pelo deputado Diogo Moraes, do PSB, que pediu a antecipação da votação da matéria. “Sem essa lei, não se pode repassar os subsídios às empresas de transporte metropolitano, então é sensível a todos nós e se a gente pudesse votar isso hoje seria importantíssimo.”
Na Comissão de Administração Pública, o projeto foi incluído na pauta pelo presidente Joaquim Lira, do PV. O relator, Luciano Duque, do Solidariedade, parabenizou o Governo do Estado pelo projeto.
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